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Microrresoluções

Estou lendo o livro Pequenas Atitudes, Grandes Mudanças que tem uma ideia central bárbara. Vamos falar de resoluções?
Então vamos aproveitar que hoje é 08 de julho e vamos nos lembrar do que estávamos pensando exatamente seis meses atrás. Em 08 de janeiro estávamos no comecinho do ano e, com certeza, com várias determinações de ano-novo fresquinhas na mente.
O que foi que prometemos desta vez?
Perder peso? Matricular na academia? Ler mais livros? Parar de fumar? Organizar lindamente a casa e a vida? Arrumar a vida financeira de uma vez por todas? Visitar mais vezes os avós velhinhos? Mudar de emprego? Passar mais tempo com a família?

Muito bem. E hoje, seis meses depois, quais das suas promessas estão realmente sendo cumpridas?
Estatisticamente posso lhes falar que 90% das pessoas abandonam rapidamente as resoluções de ano-novo. E o motivo, normalmente, é que estas metas são desenhadas de forma muito geral, sem detalhes.

Por exemplo: cuidar mais da saúde. Se a frase termina aí, sem nada mais como complemento, sem um plano, a probabilidade dela ficar no papel é enorme.

Mas então, se um novo hábito é tão difícil de iniciar e se manter, como podemos fazer?
A solução é através das microrresoluções: você "quebra" a meta em vários objetivos pequenos e vai implantando um a um. Dá incrivelmente certo!!

Hipoteticamente, no caso da saúde: se o objetivo é fazer check up, comer melhor e passar a andar ou se exercitar, já pensou começar tudo isso ao mesmo tempo? Desanimador, não é? Mas se a primeira (micro) resolução for, por exemplo, "não comer fritura no jantar", depois de um mês fazendo isso conscientemente passa a ser um hábito, algo fácil que já nem precisa mais pensar. Aí se acrescenta outra coisa, como "estacionar mais longe e andar um quarteirão até o trabalho". E assim vai.

Olha, eu trabalho em home office e uso uma escrivaninha imensa. Com minha simpatia pelo minimalismo guardei muita coisa que ficava exposta e agora tenho um tampo bem livre. Mas volta e meia eu chegava em casa e logo ele estava abarrotado: bolsa, cartas, revistas, uma blusa, documentos ainda não arquivados, etc. Aí batia o desespero e eu só pensava o quanto gostaria de ter uma casa impecável. E olhava o entorno e desanimava com tanta coisa para arrumar.

Até que, com a leitura desse livro, resolvi fazer UMA microrresolução: não acumular nada no tampo dessa escri. Funcionou como mágica! Como meu compromisso de destralhamento é só nessa área, fica fácil mantê-lo. Não sobrecarrega, é rápido e dá aquela paz da missão cumprida, o que reforça a atitude.
E o melhor é que, quando esta resolução estiver totalmente internalizada, é só criar outra micro nova e continuar o processo em outra parte da casa. Amei!
[Nossa, jamais vou conseguir ser assim minimalista! rsrs]

Quando terminar de ler tudo farei a resenha, ok? (Estou nos 15% iniciais e já aproveitando muito)
Micro-beijos!  ;)

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