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Mostrando postagens de Dezembro, 2017

Resultado do desafio literário

Em 2017 eu me propus ler 80 livros no ano.
Não consegui cumprir: Fiquei nos 47 títulos, o que é pouco para minha meta {mas muito para a maioria do planeta, que sequer lê um livro por ano}.

Esse desafio degringolou no primeiro semestre, quando passei quatro meses bem doente, de cama e vomitando até a água que tomava. Melhorei somente um mês após a extração da vesícula - meninas, tomem cuidado com ela!! Por causa disso 2017 para mim só começou depois de julho - e daí em diante foi muito bom 😊.

Entretanto, os últimos livros que li nem resenhei, perdi a disciplina. Por isso seguem aqui só os títulos com a sequência da contagem, ok?


ÓTIMOS
n.36 - No seu pescoço, de Chimamanda Ngozi Adichie - retrata a realidade triste, muito triste, da Nigéria, sendo extremamente bem escrito.
n.37 - O carrasco do amor, de Irwin D. Yalom - discussões sobre a morte, o medo dela, etc.
n.38 - Criaturas de um dia, de Irwin D. Yalom - idem acima, tema é como lidar com a morte.

MEDIANOS
n.39 - Colour me beautiful,…

Desafio um ano sem compras

Quantas vezes já pensei sobre isso... a vontade de não comprar mais nada, porque tenho coisas demais, versus a manutenção desse hábito de olhar vitrines e adquirir coisas bonitas, comprar o belo pelo belo, mesmo que não seja necessário e nem sequer útil.

Li hoje um artigo muito bom sobre isso: My year of no shopping, de Ann Patchett, publicado no The New York Times. Dos inúmeros relatos lidos sobre desafios de x meses sem compras, esse foi o melhor: senti ponderação na autora, um pensamento claro e tranquilo, não foi uma decisão tomada levianamente.
"The unspoken question of shopping is “What do I need?”. What I needed was less."
Desde o final da Consultoria de Estilo, com a consciência de ter comprado muito mais do que deveria, estou encarando meu guarda-roupa com desconfiança e culpa. Muita coisa acumulada, várias peças ainda com etiquetas, questionamento da real necessidade de ter tantos itens.

O fato de não ter recebido uma orientação clara do que FALTAVA no meu armário A…

Bracelete largo

Uma das recomendações da Consultoria foi que eu usasse, nos dois punhos, braceletes ou várias pulseiras, pois isso complementaria meu look. Passei uns dias procurando por braceletes largos, e olha, que coisa difícil de achar! Estava apaixonada por este aqui:
Meio Tiffany, né?
Depois de muita busca descobri que ele é Kenneth Jay Lane, designer americano incrível que cria peças desde o clássico até o mais moderno. Sou fã do trabalho dele, estou sempre desejando algo. Este site lhe dará uma boa ideia da sua criatividade. Infelizmente, esse bracelete é de alguma coleção passada, está esgotado.
Aí, no meio das pesquisas, encontrei esta loja de Curitiba que tem braceletes bem interessantes: são várias pulseiras, fixas em um largo fecho de ímã, o que é ótimo para quem não gosta de pulseiras chacoalhando ou fazendo barulho no punho.  o/
Estava buscando uma prata velho ou preta, e acabei comprando essa acima - nada a ver, nude - e uma preta. Nude foi uma escolha arriscada, pois não queria nad…

Roupas para usar no Natal

Como os povos têm tradições diferentes, não é? Sigo várias blogueiras gringas e todas estão postando as roupas pensadas para o Natal e, veja só: é tudo vermelho!

Acho complicada essa definição de uma cor específica para uma data. Você compra aquele vestido vermelhão, usa no Natal, e depois? Quando vai conseguir usar a peça sem a imediata associação com a data?
Aqui somos tão mais tranquilos com isso, não vejo muita gente preocupada com o que vestir para dias 24 e 25 de dezembro. E, se pensarmos bem, nós estamos certíssimos: estes dias são para ficar com a família e sempre envolvem dar uma ajuda, seja para servir, seja com as crianças, ou na cozinha - então, roupa prática e confortável é o ideal.  Não, não estou falando daquele moletom de ficar em casa dormindo, estou falando em um vestido que não tolha os movimentos, ou mesmo jeans com uma camiseta ou blusa mais interessante. #capriche
Outra coisa bem típica da gringa no período de Natal são as malhas temáticas que, também, só serã…

Livro: As armadilhas da moda - de Arlindo Grund

Comprei hoje, e já li quase inteiro, o livro do apresentador do Esquadrão da Moda brasileiro, Arlindo Grund. Escolhi-o mesmo sem nunca ter assistido ao programa porque dificilmente resisto a um livro sobre moda. 😊

O autor diz que nada está errado referente escolhas de moda - como é esperado que se fale atualmente, nestes tempos do politicamente correto - porém há truques para que você não caia nas tais armadilhas do título.

Para o look perfeito: não usar roupas muito apertadas ou muito largas, saber quais decotes ficam melhores para seu tipo físico, evitar que o sexy se torne vulgar, etc.
Alguma novidade fresquinha? Nenhuma. No entanto, é sempre bom relembrar os conceitos, reler bons conselhos.

O livro é uma boa pedida de presente para a amiga fashionista, ou para aquela que está precisando muito de orientação.☺
Livro n.35/2017: ⭐ 4 de 5 estrelas

Manual prático de bons modos em shoppings*

Acabei de ler uma notícia onde vendedores de lojas reclamam do trabalho em shoppings na época de Natal. E sabe qual a maior reclamação? Enganou-se quem apostou nas longas horas em pé, de plantão. O que eles mais se queixam é do comportamento dos clientes, olha que coisa horrível.
"[...] é difícil lidar com a maioria dos clientes. "Há pessoas maravilhosas, mas muitos gostam de tratar mal, parece que faz bem para o ego. Chutaria que entre 60% e 70% têm esse comportamento." Às vezes a gente também está cansada, com mais mil presentes para comprar e a paciência no limite. Mas o vendedor não tem culpa. Exceptuando quando o atendimento em si é muito ruim (recomendo sair da loja), temos que maneirar nosso mau humor quando falarmos com os atendentes.  #anotado

Outra coisa considerada negativa, nessa mesma notícia, é a entrada de clientes na loja "só para olhar". Os vendedores dizem que perdem a vez na fila do atendimento mesmo que a pessoa já avise que não está lá para…

Você assiste TV?

Ou Netflix, ou qualquer outra forma de assistir séries, documentários, etc.?
Bom, eu amo séries, principalmente as médicas, de ficção científica e também policiais leves (sem máfia ou policiais infiltrados - só os água-com-açúcar, tipo Castle 😄).

O problema é que para assistir qualquer coisa na tv paga você é obrigado a ver anúncios dos demais programas de cada canal, e aí... só se esquivando das balas.
A quantidade de violência gratuita está absurda. O que mais se vê é alguém sendo assassinado a tiros, como se a exposição disso fosse um chamariz adequado para lhe fazer ficar interessado e não mudar daquele canal.

Para nós é só uma constatação triste mas, e para a geração que está crescendo agora? A violência está sendo TÃO banalizada que ninguém sequer estranha ou se emociona ao ver um personagem "morrer", ou ser bombardeado, explodido, torturado, alvejado, afogado, etc...

Reclamar adianta? E vamos reclamar exatamente para quem?
Porém, colocar nossa indignação de forma púb…

Criei uma bolsa personalizada

Tudo começou quando me encantei com um bauzinho amarelo da Schutz.

Gostei de tudo: cor, o entrelaçado da alça, a linha ovalada do baú. Porém, essa bolsa mede 17cm de comprimento, 12cm de altura e 9cm de largura. Veja em uma régua, você vai ficar espantada do quão pequeno isso é. E, além disso, estão cobrando R$690 por ela, um absurdo de cara!
Buscando opções de bolsas amarelas, por uma indicação cheguei à MIMs - made.it.myself.  É um site onde você escolhe o formato da bolsa, o tipo de couro, os acabamentos, acessórios - enfim, personaliza como você quer receber o produto.  Com essa proposta já conhecia a Guarda Mundo, que tem exatamente o mesmo serviço mas preços não muito convidativos (mas sempre vale dar uma olhadinha). 
No final optei por fazer na MIMs uma bolsinha em formato cantil, amarela, 20cm de diâmetro, com spikes e tassels. Custo: R$383.
Olha quantos detalhes são necessários especificar:

O tempo de confecção de uma bolsa personalizada é de 3 a 4 semanas. Fiz o pedido em 0…

Afinal, Consultoria de Estilo serve para que?

Se você é bem resolvida com suas escolhas de roupas e acessórios, nem precisa ler este post. Mas se você encontra dificuldades para definir exatamente qual é seu estilo, me acompanhe.

Ao término da consultoria que vivi em OUT/NOV deste ano, compreendi as escolhas que faço ao comprar. Isso para mim fez a maior diferença!

Ficou bem definido que eu gosto de detalhes nas roupas e acessórios. Uma blusa lisa normalmente não me atrai, mas se ela tiver uma dobradura inusitada, ou um material diferente compondo parte de seu modelo, pode ter certeza que já vai me interessar. Tirar esse aspecto do subconsciente e passar para o consciente me fez muito bem, deixei de me enganar com peças "lindas" nas araras mas que, em casa, não têm nada a ver comigo.

Olha só: Pelos recortes, paetês e mistura de materiais, esse look acima  poderia 100% fazer parte do meu guarda-roupa.
Agora consigo enxergar quando uma peça é linda, mas não é para mim. Por exemplo, esta bolsa com desenho de algas da Arezz…

Você vai trocar presentes no Natal?

Tenho tido, cada vez mais, uma relação conflituosa quanto ao hábito de trocar presentes no Natal. De um lado, sou super atraída por qualquer lista de sugestões de itens para presentear, sempre acho que encontrarei alguma ideia genial ali (não preciso dizer que isso nunca acontece, não é?). E, na contramão, acho que as coisas que compramos e ganhamos nessa data não são mais que bagulhos que ficarão atulhando a casa...


Sabonetes líquidos, creme para as mãos, óleos de banho... tenho me atido a isso em minhas compras nos últimos Natais. A ideia é que sejam coisas úteis e de vida curta na casa. No entanto, até isso muitas vezes acaba se tornando um estorvo: afinal, nem sempre escolhemos um produto que a pessoa gosta de usar, ou o aroma não agrada, etc., e aquilo fica sendo empurrado de um lado para o outro até o sujeito se cansar e doar, ou até jogar fora.
Uma coisa que pessoalmente adoro são itens de papelaria e produtos personalizados. Amo um bloquinho de papel com meu nome impresso! Mas…