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Não importa sua numeração

From Size 2 to 10 — One Editor's Journey to Body Acceptance -- sob esse título está um relato muito inspirador. A editora de moda Meghan Blalock conta no texto a preocupação com sua imagem corporal, preocupação que se iniciou muito antes de sua entrada na indústria fashion.
Devido à clara obsessão da sociedade com a magreza, ela se viu ansiosa sobre seu peso desde muito nova. Na época do colégio se forçou a emagrecer 11 kg em umas férias, somente para voltar às aulas e receber elogios por ter alcançado um peso considerado "ideal".

Porém, quando um dia ela se viu tentando vomitar por ter ingerido algumas calorias a mais do que considerava adequado, soou o alerta de que algo estava errado. Ela percebeu que a magreza que ela tanto perseguia não valia mais o sacrifício empenhado.
[Ela teve sorte: conseguiu sair dessa obsessão sem ajuda, o que é raro.]

Depois disso ela parou de vestir numeração 38 e passou por 40, 42, 44 e até mesmo 46. E percebeu uma coisa curiosa: todas as vezes em que estava super magra ela ficava ótima nas fotos, porém, era também quando estava mais miserável internamente. Ela relembra a desordem alimentar da adolescência e, posteriormente, de um emprego que a estressava tanto que ela não conseguia mais comer nem dormir.
Agora ela prioriza a saúde ao invés da numeração 38. E apesar de às vezes se olhar no espelho e ouvir as críticas internas, tipo: "Ugh, esse braço está flácido", ou "Ugh, gostaria de ter uma cintura menor" [quem nunca?], ela lembra como seu corpo é forte e resistente, e que isso é mais importante.

O ponto principal do artigo, e a mensagem que ela quer tentar passar ao maior número de mulheres possível é:
Simplesmente não importa qual tamanho você é.
O que importa é seu estado interno -- sua alegria, contentamento, satisfação -- e se o seu corpo é saudável.

Ela completa dizendo que isso é mais fácil de se falar do que fazer [FATO], mas que podemos nos inspirar no seu exemplo, uma mulher que teve certo sucesso tentando não se importar. Ela termina o relato dizendo: É possível, e o que você experimenta ao fazer isso é um novo nível de liberdade.
:D

A cada dia nos deparamos com mais e mais histórias de mulheres lutando contra a ditadura da magreza, e isso só pode nos inspirar a esquecermos essa paranoia para vivermos, com o corpo que quisermos, a melhor vida possível!
Se quiser ler o original em inglês, está aqui o link

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Desafio das 12 peças

Uma blogueira que gosto muito, Donna do I Don't Wear Sludge Brown, propôs um exercício muito legal, traduzido abaixo:

"Imagine que você perdeu todas suas roupas e tem que começar seu armário novamente. Terrível pensamento, eu sei.
Para efeito deste exercício, você ganhará um pacote inicial de 12 itens. Lingerie e meias são gratuitas.
Então, o que você vai escolher?
Vai comprar novas versões do que você já tinha? Ou você vai aproveitar a chance para se reinventar? Eu penso que a resposta a essas perguntas dizem muito sobre você. 


Se você disser sim para a primeira questão, certamente se sente confiante em seu estilo atual e gosta do que tem em seu armário.
Se for um não para a primeira pergunta, então... você ainda está buscando seu estilo? Você às vezes luta para conseguir colocar um outfit que lhe agrade? Você tem um guarda-roupas lotado, mas cada peça só combina com um ou dois outros itens? Você compra itens que não são práticos para seu estilo de vida? Aqui há chance de você ser…

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Tênis branco

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Como esse tênis é para ser calçado com aquela meia quase sem cano, baixíssima, ou sem meia alguma, acho que alguns modelos simplesmente não rolam. O All Star, por exemplo. Eu o acho lindo, mas ele acaba com os calcanhares!
Por isso achei interessante mostrar esta opção aqui:
Tênis Corello por R$220.
Lindinho e parece ser bem macio pois tem calcanhar e entorno do pé acolchoado. Além de ser um modelo bem feminino e totalmente street (ou seja, nada a ver com tênis específico para academia), o que é obrigatório para se fazer bonito nessa moda.
E aí, gostou? Já tem o seu?

As críticas feitas ao Método KonMari

Como em um mesmo dia li duas críticas ao método de destralhamento e organização de Marie Kondo, ficou claro que está havendo uma facção contrária à numerosa corrente que a aprova e admira.

Um post diz que o método KonMari não faz a pessoa se tornar minimalista. E a explicação é que se você opta por guardar o que faz seus olhos brilharem, pode guardar muito mais coisas além do que seria estritamente necessário e essencial para sua vida.
O outro[a foto acima é desse artigo] é ainda mais incisivo e seu link diz ser "anti-marie-kondo-joy-of-clutter". Neste caso, a autora defende não haver nada de errado em termos quartos cheios de relíquias e peças colecionáveis. E ironiza ao dizer que o processo proposto pela japonesa de se agradecer aos objetos antes de doá-los chegou a um nível acima na antropomorfização.

Não sou advogada contratada para defender a Kondo e seu método [risos], mas me senti impelida a escrever porque não concordo com nada disso acima.

Ambientes ou armários abar…

Você gosta de brilhar?

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E isso me levou a estas três peças que vou mostrar abaixo:

Esta saia é do site JuMarquesi. Achei as roupas bastante diferentes dos itens que já estamos cansadas de ver em todas as lojas. Detalhe: A própria Ju, dona da loja, conversou comigo por WhatsApp com uma simpatia admirável.
Outra coisa sensacional: Tive que devolver uma peça e ela fez o reembolso com uma rapidez incrível.
Recomendo a visita ao site.
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