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Gracias a La Vida


Mês passado fiz aniversário e o gostoso disso é, de almoço em almoço, poder encontrar minhas amigas com o pretexto da comemoração. Assim como eu, a maioria delas está na faixa dos cinquenta, e evidentemente em algum momento a conversa vai nessa direção. Certamente não nos demos conta da passagem do tempo e a sensação é a de que ontem fomos dormir no auge da juventude e hoje acordamos na chamada meia idade; o espanto é inevitável.
Claro que as coisas não aconteceram assim. Nos últimos 20 ou 25 anos nossas vidas se definiram. Todas nós passamos pela universidade e ao mesmo tempo por alguns namoros. Fizemos festas, viagens, cursos de especialização, ingressamos no mercado de trabalho e no casamento, quase simultaneamente. Crescemos profissionalmente e nossas famílias também cresceram.

Vieram os filhos e com eles uma nova fase. Inauguramos a vivência de uma possibilidade amorosa que beira o incondicional, como também adentramos em um tipo de preocupação que, mesmo com o crescimento deles, insiste em permanecer. Tivemos inúmeras noites mal dormidas, corremos várias madrugadas para o pronto-socorro carregando filhos febris nos braços e coração apertado no peito. Frequentamos buffets infantis, reuniões de pré-escola, reuniões de trabalho, compras no supermercado, organizamos a casa, a lancheira das crianças, as idas ao cabelereiro na tentativa de mantermos o mínimo cuidado com nós mesmas. 

Atrapalhamo-nos na multiplicidade dos papéis, continuamos mulher, esposa, mãe, filha, profissional, e muitas vezes em proporções desiguais. Perdemos o equilíbrio e tornamos a reencontrá-lo. Nos aproximamos de nossos pais talvez pela possibilidade agora de nos identificarmos com eles. Choramos de emoção a cada comemoração de dia das mães, a cada conquista dos filhos. E passamos por sustos, muitos e de categorias diversas.

A sensação de que o tempo passou depressa demais talvez seja em função da intensidade com que tudo que foi vivido; sobrou pouco tempo para olharmos o relógio, o calendário, as rugas instalando-se sorrateiramente no rosto, a pele perdendo a elasticidade original.

Continuamos sendo mulheres ativas, agora profissionais mais capacitadas e realizadas, continuamos vaidosas, mães próximas dos filhos já em final da adolescência e alguns em idade adulta. Aprendemos a administrar os medos, as culpas, as fantasias escuras, a expectativa em relação ao futuro. Sentimos mais necessidade de estarmos juntas, uma vez que agora, na maturidade, experimentamos relações mais isentas de competições e comparações. Eu pessoalmente me sinto mais livre, e essa liberdade é interna. Continuo presa a vários papéis, e embora tente desempenhá-los da melhor maneira possível, já aprendi que não sou os papéis que desempenho. Há uma essência que os transcende, e é nela que eu aposto para viver com a mesma alegria e intensidade todos os anos que estão por vir e todas as novidades que eles haverão de trazer.

Há uma música que não para de tocar dentro de mim enquanto finalizo este artigo, Gracias a La Vida, com Mercedes Sosa. Sim, isto é um convite, você aceita ouvi-la?
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Texto de Ana Amorim: Psicóloga Clinica, Terapeuta, eterna curiosa e aprendiz de assuntos metafísicos.


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Para efeito deste exercício, você ganhará um pacote inicial de 12 itens. Lingerie e meias são gratuitas.
Então, o que você vai escolher?
Vai comprar novas versões do que você já tinha? Ou você vai aproveitar a chance para se reinventar? Eu penso que a resposta a essas perguntas dizem muito sobre você. 


Se você disser sim para a primeira questão, certamente se sente confiante em seu estilo atual e gosta do que tem em seu armário.
Se for um não para a primeira pergunta, então... você ainda está buscando seu estilo? Você às vezes luta para conseguir colocar um outfit que lhe agrade? Você tem um guarda-roupas lotado, mas cada peça só combina com um ou dois outros itens? Você compra itens que não são práticos para seu estilo de vida? Aqui há chance de você ser…

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Por isso achei interessante mostrar esta opção aqui:
Tênis Corello por R$220.
Lindinho e parece ser bem macio pois tem calcanhar e entorno do pé acolchoado. Além de ser um modelo bem feminino e totalmente street (ou seja, nada a ver com tênis específico para academia), o que é obrigatório para se fazer bonito nessa moda.
E aí, gostou? Já tem o seu?

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Recomendo a visita ao site.
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