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Onde você coloca o seu olhar?


Nos últimos tempos as circunstâncias que temos vivido enquanto Nação não nos traz tranquilidade, muito pelo contrário. Parece que estamos navegando em águas turbulentas, balançamos de um lado para o outro e, não raramente, nos sentimos à deriva, sem saber se haverá um porto seguro onde poderemos atracar.
 
Diante dessa situação caótica parece não haver muitas escolhas a serem feitas, mas isso não é necessariamente verdade. Imagine-se entrando em um espaço que está passando por uma reorganização: não precisamos ir muito longe, vamos pensar naquele dia em que decidimos colocar abaixo nosso armário de roupas e espalhamos as peças pelo quarto inteiro. Não dá vontade de chorar? Em um primeiro olhar focamos na bagunça generalizada, parece que nunca conseguiremos resolver aquela situação e o desejo é bater a porta e sair correndo.

Mas de nada adianta esse impulso porque sabemos que teremos que voltar e colocar tudo em ordem, portanto, é melhor encarar. Para isso é necessário abstrair o caos para não ficarmos presos nele e garimpar as peças com disposição e boa vontade.

Assim também é com nossa vida diária, e cabe aqui perguntar sobre que situações escolhemos pousar o olhar. Para cada crise que atravessamos temos escolhas a fazer e o resultado final dependerá, e muito, disso. Se escolhemos focar o lado sombrio ficamos perdidos na escuridão; se escolhemos vivenciar o peso ficamos curvados; se deixamos nos abater pela descrição da situação nos fazemos impotentes; se nos vitimizarmos ficamos reféns.

O sucesso ou o fracasso na resolução dos nossos problemas não reside no grau de dificuldade que eles apresentam mas, sim, na nossa capacidade de nos mantermos emocionalmente centrados e aptos a desenvolver uma visão interna que transcenda sua forma manifesta. Dessa maneira conseguimos acessar o potencial criativo que trazemos dentro e encontraremos novas possibilidades para resolvê-los.

Jean Yves Leloup, psicólogo, teólogo e filósofo, chama a nossa atenção para isso:
“Há algo desmoronando, e há também algo que está nascendo.
Nós escutamos o barulho do carvalho que cai, mas não escutamos o barulho da floresta que brota.
Ouvimos o ruído das torres desmoronando, mas não escutamos a consciência que desperta.
No mundo de hoje há muitas coisas que desmoronam, e em geral, falamos das coisas que fazem ruído, mas não falamos das sementes de consciência e luz que estão germinando.”
Vamos prestar a atenção onde escolhemos pousar o nosso olhar, qual das nuances daquela situação elegemos para perceber. Mude o foco, mude você mesma e o mundo também mudará!!

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Texto de Ana Amorim: Psicóloga Clinica, Terapeuta, eterna curiosa e aprendiz de assuntos metafísicos.

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Desafio das 12 peças

Uma blogueira que gosto muito, Donna do I Don't Wear Sludge Brown, propôs um exercício muito legal, traduzido abaixo:

"Imagine que você perdeu todas suas roupas e tem que começar seu armário novamente. Terrível pensamento, eu sei.
Para efeito deste exercício, você ganhará um pacote inicial de 12 itens. Lingerie e meias são gratuitas.
Então, o que você vai escolher?
Vai comprar novas versões do que você já tinha? Ou você vai aproveitar a chance para se reinventar? Eu penso que a resposta a essas perguntas dizem muito sobre você. 


Se você disser sim para a primeira questão, certamente se sente confiante em seu estilo atual e gosta do que tem em seu armário.
Se for um não para a primeira pergunta, então... você ainda está buscando seu estilo? Você às vezes luta para conseguir colocar um outfit que lhe agrade? Você tem um guarda-roupas lotado, mas cada peça só combina com um ou dois outros itens? Você compra itens que não são práticos para seu estilo de vida? Aqui há chance de você ser…

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Tênis branco

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Como esse tênis é para ser calçado com aquela meia quase sem cano, baixíssima, ou sem meia alguma, acho que alguns modelos simplesmente não rolam. O All Star, por exemplo. Eu o acho lindo, mas ele acaba com os calcanhares!
Por isso achei interessante mostrar esta opção aqui:
Tênis Corello por R$220.
Lindinho e parece ser bem macio pois tem calcanhar e entorno do pé acolchoado. Além de ser um modelo bem feminino e totalmente street (ou seja, nada a ver com tênis específico para academia), o que é obrigatório para se fazer bonito nessa moda.
E aí, gostou? Já tem o seu?

As críticas feitas ao Método KonMari

Como em um mesmo dia li duas críticas ao método de destralhamento e organização de Marie Kondo, ficou claro que está havendo uma facção contrária à numerosa corrente que a aprova e admira.

Um post diz que o método KonMari não faz a pessoa se tornar minimalista. E a explicação é que se você opta por guardar o que faz seus olhos brilharem, pode guardar muito mais coisas além do que seria estritamente necessário e essencial para sua vida.
O outro[a foto acima é desse artigo] é ainda mais incisivo e seu link diz ser "anti-marie-kondo-joy-of-clutter". Neste caso, a autora defende não haver nada de errado em termos quartos cheios de relíquias e peças colecionáveis. E ironiza ao dizer que o processo proposto pela japonesa de se agradecer aos objetos antes de doá-los chegou a um nível acima na antropomorfização.

Não sou advogada contratada para defender a Kondo e seu método [risos], mas me senti impelida a escrever porque não concordo com nada disso acima.

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Você gosta de brilhar?

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Minhas roupas atuais têm sempre um detalhe diferente: seja modelagem, seja caimento ou aplicações.

E isso me levou a estas três peças que vou mostrar abaixo:

Esta saia é do site JuMarquesi. Achei as roupas bastante diferentes dos itens que já estamos cansadas de ver em todas as lojas. Detalhe: A própria Ju, dona da loja, conversou comigo por WhatsApp com uma simpatia admirável.
Outra coisa sensacional: Tive que devolver uma peça e ela fez o reembolso com uma rapidez incrível.
Recomendo a visita ao site.
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