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Desafio um ano sem compras - 1°semestre/18

Ao longo dos últimos seis meses, o ato de "não comprar" mudou minha visão do consumo, principalmente ref. à moda. Saber que não deveria comprar nada me deu clareza sobre o ímpeto de compras em lojas físicas ou online, liquidações, etc.

 

Percebi que antes eu entrava nas lojas (vamos dizer Zara, Le Lis Blanc, Farfetch) e vasculhava as araras como se estivesse numa caça ao tesouro: o que eu descobriria ali que seria uma adição incrível para meu armário?
Guiada por esse pensamento o resultado era sempre o mesmo: comprava muito porque já entrava nas lojas com esse foco.

Esta semana estava verificando minha conta online na Farfetch: o que eu comprei de coisas lá, no ano passado, foi um absurdo! Bolsas, cintos, sapatos, todo tipo de roupas, muitos grifados, tudo muito caro.
Boa parte dessas compras já doei ou encostei. Conclusão: gastei uma fortuna à toa...

Hoje percebo que a ânsia de aquisição de peças era totalmente pela caçada, pela aquisição per se, nada a ver com o objeto escolhido.
Digo isso porque quando chegavam as caixas pelo correio ou eu chegava em casa com sacolas, não sentia mais nada sobre o conteúdo delas, era algo sem encanto algum.
Comprou? Acabou o interesse. Não é uma loucura?!?

Lembram desta cena? :D 
E é essa caçada que faz as liquidações serem tão atrativas: lá está você, em meio a um monte de gente, todos procurando pela melhor oferta, todos competindo entre si... É um cenário onde o irracional sempre ganha. Por isso que os anúncios das liquidações nos provocam com frases como: "você não pode perder", "últimos dias", "descontos de até 70%", "liquidação relâmpago", etc.

E foi aí que o Desafio se fez tão importante: me manteve atenta ao que eu precisava, excluindo as coisas que eu simplesmente "queria".
Dessa forma, nas vezes que acompanhei alguém às lojas, fui com um distanciamento que nunca tive antes. Sabia que estava comprometida com um projeto, então olhava tudo como se fosse uma observadora imparcial, não uma compradora. E isso fez toda a diferença. 💗

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Desafio das 12 peças

Uma blogueira que gosto muito, Donna do I Don't Wear Sludge Brown, propôs um exercício muito legal, traduzido abaixo:

"Imagine que você perdeu todas suas roupas e tem que começar seu armário novamente. Terrível pensamento, eu sei.
Para efeito deste exercício, você ganhará um pacote inicial de 12 itens. Lingerie e meias são gratuitas.
Então, o que você vai escolher?
Vai comprar novas versões do que você já tinha? Ou você vai aproveitar a chance para se reinventar? Eu penso que a resposta a essas perguntas dizem muito sobre você. 


Se você disser sim para a primeira questão, certamente se sente confiante em seu estilo atual e gosta do que tem em seu armário.
Se for um não para a primeira pergunta, então... você ainda está buscando seu estilo? Você às vezes luta para conseguir colocar um outfit que lhe agrade? Você tem um guarda-roupas lotado, mas cada peça só combina com um ou dois outros itens? Você compra itens que não são práticos para seu estilo de vida? Aqui há chance de você ser…

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Colares
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Tênis branco

Se vocês acompanham qualquer site ou blog de Moda já devem estar cansadas de saber que o tênis branco virou um hit. Ele está sendo usado com tudo: calças, saias, vestidos curtos ou longos, alfaiatarias, shorts, jeans, etc. Nesta imagem do blog Futilish se vê bem a versatilidade:

Como esse tênis é para ser calçado com aquela meia quase sem cano, baixíssima, ou sem meia alguma, acho que alguns modelos simplesmente não rolam. O All Star, por exemplo. Eu o acho lindo, mas ele acaba com os calcanhares!
Por isso achei interessante mostrar esta opção aqui:
Tênis Corello por R$220.
Lindinho e parece ser bem macio pois tem calcanhar e entorno do pé acolchoado. Além de ser um modelo bem feminino e totalmente street (ou seja, nada a ver com tênis específico para academia), o que é obrigatório para se fazer bonito nessa moda.
E aí, gostou? Já tem o seu?

As críticas feitas ao Método KonMari

Como em um mesmo dia li duas críticas ao método de destralhamento e organização de Marie Kondo, ficou claro que está havendo uma facção contrária à numerosa corrente que a aprova e admira.

Um post diz que o método KonMari não faz a pessoa se tornar minimalista. E a explicação é que se você opta por guardar o que faz seus olhos brilharem, pode guardar muito mais coisas além do que seria estritamente necessário e essencial para sua vida.
O outro[a foto acima é desse artigo] é ainda mais incisivo e seu link diz ser "anti-marie-kondo-joy-of-clutter". Neste caso, a autora defende não haver nada de errado em termos quartos cheios de relíquias e peças colecionáveis. E ironiza ao dizer que o processo proposto pela japonesa de se agradecer aos objetos antes de doá-los chegou a um nível acima na antropomorfização.

Não sou advogada contratada para defender a Kondo e seu método [risos], mas me senti impelida a escrever porque não concordo com nada disso acima.

Ambientes ou armários abar…

Você gosta de brilhar?

Durante muuuuitos anos eu tentava me camuflar entre as pessoas, não aparecer, não chamar atenção. Pois olhe só, com a maturidade veio também segurança e amor próprio. E assumi sem medo o lado fashionista que adora brilhos, gosta de bolsas sofisticadas e tem um armário com sapatos das mais diversas cores.


Minhas roupas atuais têm sempre um detalhe diferente: seja modelagem, seja caimento ou aplicações.

E isso me levou a estas três peças que vou mostrar abaixo:

Esta saia é do site JuMarquesi. Achei as roupas bastante diferentes dos itens que já estamos cansadas de ver em todas as lojas. Detalhe: A própria Ju, dona da loja, conversou comigo por WhatsApp com uma simpatia admirável.
Outra coisa sensacional: Tive que devolver uma peça e ela fez o reembolso com uma rapidez incrível.
Recomendo a visita ao site.
Comprei esta saia evasé que vai do bege a quase preto. É de tricot e ficou bem legal com malha preta, como está na foto, e também combinei com camiseta bege semi transparente, com ris…